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segunda-feira, 18 de abril de 2011

Abertas as inscrições para o nova Aprendiz 2011

Um dos reality shows mais aguardados da temporada em breve estará de volta! Sob o comando de João Doria Jr., oAprendiz retornará às telas da Rede Record, focando agora no tema empreendedorismo.
A nova edição do programa será transmitida de novembro a dezembro de 2011, encerrando portanto a grade de shows da emissora. Além do aprendizado sobre o mundo corporativo, os participantes concorrerão ao incrível prêmio de R$ 1,5 milhão.
o aprendiz 2011 joão dória Abertas as inscrições para o novo Aprendiz 2011
Como sempre, João Doria Jr. comandará uma série de difíceis tarefas que testarão os aprendizes em suas mais diversas habilidades, como raciocínio lógico, capacidade de venda, resolução de problemas e criatividade.
Por focar no empreendedorismo, a nova temporada de o Aprendiz irá expandir não apenas os temas que geralmente são abordados no programa, mas também o público que o acompanha. Agora, o grau de interesse é muito maior, pois cada episódio será uma verdadeira aula para quem tem interesse em abrir seu próprio negócio ou simplesmente em adotar uma postura mais empreendedora em sua vida.
E se você está interessado em participar de uma experiência única, aprender com um dos maiores empresários do Brasil e ainda por cima ganhar um superprêmio de R$ 1,5 milhão, inscreva-se no programa. Não perca esta oportunidade!

A negligência com a competição cria a concorrência

por Ivan Postigo*
O automóvel substituiu o cavalo, ainda que na época algumas pessoas não acreditassem que o faria. Acha estranho?
Contam que o Presidente do Michigan Savings Bank , em 1903, recomendou que Horace Rackham, advogado de Henry Ford, não investisse na Ford Motor.
Teria dito: “O automóvel não passa de uma moda passageira, o cavalo veio para ficar.”
Rackham ignorou o conselho, comprou 5.000 dólares de ações que vendeu, anos depois, por 12,5 milhões de dólares.
Quando a TV surgiu, o rádio já fazia enorme sucesso. Muitos diziam que as pessoas não se interessariam por aquele produto, afinal quem quisesse ver imagens sairia às ruas. Você já sabe o resultado.
Quem imaginaria a máquina de escrever como peça de museu?  Há algum tempo poucos, não?
Apenas o filho de um amigo quando a viu achou a última invenção.
Concorrência A negligência com a competição cria a concorrência
Com menos de cinco anos, acostumado a mexer nos computadores do pai, um dia ao entrar no escritório do avô o viu datilografando um documento. Correu para perguntar à mãe se tinha visto o computador do avô que imprimia assim que este digitava!
A velocidade em datilografia, exaltada no passado, pouco importa hoje se não tivermos conhecimentos de informática, não é verdade?
Onde estão produtos como o carburador, o telex, o fax, o mimeógrafo, as gelatinas usadas nos livros contábeis, discos flexíveis para computador, aparelhos de TV preto e branco, toca-fitas de carros e tantos outros? A lista é imensa.
O surgimento de alguns produtos provocou enorme impacto no mercado, deixando fábricas inteiras obsoletas e uma multidão de pessoas sem qualificação para novas atividades.
Nasceram do dia para a noite? Claro que não, mas muitos cresceram no espaço deixado pelo descrédito.
Ainda que antenados no mercado, um pequeno descuido pode nos trazer grandes estragos.
Nesse sentido, vale a pena ler os relatos de Andy Grove, co-fundador e ex-CEO da Intel, na tumultuada jornada para construção da que seria a maior fábrica de chips do mundo.
Em 1985, enquanto se debatiam para encontrar soluções para os problemas que estavam destruindo a organização, Grove perguntou à Moore, então CEO: “Se nos chutassem e o conselho colocasse outro CEO no comando, o que ele faria?”
Gordon disparou: “Acabaria com o negócio de memórias.”
Grove, ainda perplexo, lhe disse: “Por que você e eu não saímos por aquela porta, voltamos e fazemos isso por nossa conta?“
Naquele momento os japoneses não apenas competiam, mas concorriam de forma tão intensa que iriam tirá-los dos negócios.
Foi o que fizeram, partindo para a fabricação de microprocessadores.
Suas reflexões sobre liderança estão em seu livro “Só os paranóicos sobrevivem”.
Todos os dias, em algum lugar, algum produto ou empresa, é superado pela falta de atenção de seus gestores.
Como diz Vitor Orlandi: “Cheguei onde ninguém acreditava, permaneci onde alguns nunca foram, estou indo para um lugar onde poucos conhecerão.”
A prevenção é obtida quando o cliente é o foco e não o produto. Veja o que diz Michael Dell, da Dell computadores:
“Desde o início, toda nossa empresa, desde a criação, passando pela produção, até as vendas, foi orientada para a atenção ao cliente”.
Isso basta? Digo que não!
A organização precisa aprender para reagir. Desta linha de raciocínio vem a lição de Jack Welch, na oportunidade CEO da GE:
“Nosso comportamento é guiado por uma crença básica fundamental: o desejo e a capacidade de uma organização para aprender continuamente com qualquer um, em qualquer lugar, e converter rapidamente tais ensinamentos em ação, para obter vantagem competitiva máxima”.
Aprendamos então com o conselho de Marcelo de Souza Bastos:
“Aproveite as idéias que as pessoas te apresentam, pois até mesmo um relógio parado está certo duas vezes por dia”.

O que é uma Startup?

Um dos termos mais em voga nos dias de hoje no mundo empresarial é “Startup” (ou Start-up). Uma palavra ainda pouco conhecida dos brasileiros, mas um conceito que vem ganhando cada vez mais espaço. Mas você conhece a definição desta palavra e o objetivo de uma empresa startup no mercado? Criamos este post para elucidar algumas dúvidas sobre o tema, confira!
O termo startup sempre esteve ligado ao ato de criação de uma empresa e a sua colocação em funcionamento, porém, na época denominada de “bolha da Internet”, entre os anos de 1996 e 2001, é que o termo startup começou a ser utilizado para denominar um grupo de pessoas trabalhando na implementação de uma idéia diferenciada que poderia gerar um bom dinheiro.
entering startup O que é uma startup?
Algumas pessoas podem dizer, então, que startup é qualquer empresa em início no mercado, já outras podem afirmar que para ser uma startup a empresa precisa ter baixíssimos custos e alta lucratividade com crescimento rápido. Por isso, para te auxiliar no pleno entendimento do conceito de startups, deixo abaixo três definições de especialistas no assunto:
“Uma startup é uma organização formada para a busca de um modelo de negócios escalável e repetitivo.” – Steve Blank
“Uma startup é uma organização empreendedora formada para a busca de um modelo de negócios escalável e repetitivo.” – Mark Habit
“Uma startup é uma instituição de pessoas tentando criar algo novo sob condições de extrema incerteza” – Eric Ries
Embora algumas definições possam variar em alguns aspectos específicos, o conceito que predomina é mesmo o de uma empresa em implementação, com pouca ou nenhuma experiência de mercado, voltada para a geração de idéias inovadoras com um futuro muito promissor. Geralmente, se utilizam do aporte de capital de risco para financiar seu projetos.
Estas empresas, na maioria das vezes, já nascem com uma ótima perspectiva financeira e com boas projeções de receita e lucros. Por este motivo, possui uma boa possibilidade de ser comprada precocemente por uma grande empresa, devido ao seu potencial inovador. Tudo dependerá da forma como o empreendedor conduzirá sua empresa e, principalmente, como lidará com as incertezas do mercado.
Hoje em dia, a grande discussão em torno das empresas startups é sobre o modelo escalável de seus projetos e a forma como pretendem atingir os objetivos estabelecidos. Além do fator humano estar explícito como ator inibidor de incertezas e gerador de mudanças nas empresas. Por isso, é muito difícil estabelecer um rótulo fechado sobre o que é ou o que deveria ser uma empresa startup, até porque estamos ainda engatinhando neste assunto no Brasil.
Para você, o que é uma empresa Startup? Quais conceitos a sua definição deve abordar? Participe, deixe seu comentário!
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PS: Tem uma definição bacana de startup? Conte pra nós, quem sabe não atualizamos o post com sua frase. icon wink O que é uma startup?
Veja como nossos leitores definem Startup:
“Uma nova empresa que está em busca de investimento com uma ideia inovadora e escalável em mãos, seja de tecnologia ou não.” – @leoreinaux
“São empresas de base tecnológica (mas não somente), as quais surgem com produtos/serviços em busca de um modelo de negócio escalável, mantendo o baixo custo em um ambiente de incertezas. –Kiercio Queiroz
O que acharam? Mande a sua definição! icon smile O que é uma startup?

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Programa de Trainee Industrial da Ambev

POR GUSTAVO PERIARD, EM 7 ABRIL, 2011
A dica de hoje é para você que busca um emprego como Trainee em uma empresa multinacional reconhecida no mundo todo com as melhores condições de trabalho. Estão abertas as inscrições para o Programa de Trainee Industrial da Ambev 2011.
Trainee Ambev Programa de Trainee Industrial da AmbevE este ano, o Programa de Trainee da Ambev tem uma grande novidade: o programa não terá número específico de vagas, ou seja, a possibilidade de iniciar ainda em 2011 com todos benefícios que a Ambev oferece só depende de você.
Os candidatos que mais se destacarem durante o processo passarão por 18 meses de treinamento intensivo, onde conhecerão todas as áreas da empresa, recebendo treinamento intensivo na área industrial. Como parte da cultura da empresa, os trainees Ambev já começam a trabalhar como funcionários da empresa.
O salário inicial de trainee é de R$ 4.000,00 mais benefícios, como assistência médica e odontológica, seguro de vida, previdência privada, vale refeição, vale transporte, entre outros. Além destes benefícios, a Ambev ainda paga 14° salário e te dá a oportunidade de completar sua formação no exterior. É ou não é uma super oportunidade profissional?
O que você precisa ter para se candidatar às vagas?
Para que o candidato esteja apto para concorrer à função de trainee na maior indústria privada de bens de consumo do Brasil e a maior cervejaria da América Latina, é preciso que ele tenha:
  • Conclusão do ensino superior até julho 2011 ou até dois anos de formado nos cursos superiores de Agronomia, Ciências Biológicas, Engenharias, Farmácia e Química;
  • Fluência no idioma Inglês;
  • Amplo conhecimento de Informática;
  • Disponibilidade para se deslocar/residir em outros Estados, durante o período de treinamento e após o posicionamento
Além destes pré-requisitos, a Ambev busca também profissionais com habilidade para gerenciamento de pessoas, interesse por desenvolvimento de novas tecnologias, negociação, capacidade de liderança e visão empreendedora. A empresa está buscando jovens profissionais com vontade de trabalhar e mostrar todo o seu potencial criativo. E aí, você está preparado?
As inscrições para o Trainee Industrial Ambev 2011 vão até o dia 1º de maio. Por isso, não perca tempo acesse este link e faça já sua inscrição! Esta oportunidade poderá mudar a sua vida!

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Empresa Júnior: O que é e como funciona

O que é uma Empresa Júnior?


empresa junior Empresa Júnior   O que é e como funcionaEmpresa Júnior é uma associação civil sem fins lucrativos, formada e gerida por alunos de um curso superior, cujos principais objetivos são: fomentar o aprendizado prático do universitário em sua área de atuação; aproximar o mercado de trabalho das academias e os próprios, além de uma gestão autônoma em relação à direção da faculdade ou centro acadêmico. Com a elaboração de projetos de consultoria na área de formação dos alunos. As Empresas Juniores contemplam as necessidades de três clientes principais:
1 – Os alunos: Que se utilizam da interação entre os membros da empresa e da troca de conhecimento e experiências para se desenvolverem pessoal, profissional e academicamente;
2 – As empresas: Que se beneficiam com os projetos desenvolvidos pelos alunos, cujas características são a alta qualidade dos trabalhos, garantida pela orientação dos professores, e o baixo investimento, uma vez que as empresas juniores não visam o lucro. Assim, as empresas conseguem bons projetos a um custo muito baixo;
3 – As universidades: Que são favorecidas pelo retorno em imagem institucional, garantido pela divulgação que as Empresas Juniores necessariamente fazem ao seu nome. As Universidades que investem nas Empresas Juniores tem o retorno de imagem e, também, um retorno no que diz respeito à atração de novas parcerias, alunos e clientes (no caso de prestação de consultorias etc).
O que é feito em uma Empresa Júnior?
Basicamente, os alunos que participam de uma Empresa Júnior têm como rotina a elaboração de ensaios práticos apoiados em uma visão acadêmica, o que lhes proporcionam um considerável e importante diferencial competitivo entre aqueles que almejam prosperar profissionalmente.
São desenvolvidos projetos de consultoria, protótipos de novos produtos, estratégias de gestão e marketing, bem como documentos de estudos e pesquisas sobre o mercado de atuação. Além de gerenciamento de projetos, liderança de equipes, gerenciamento de departamentos, geração de networking com grandes profissionais, etc. Muitos destes trabalhos, auxiliados por grandes professores de suas universidades.
Enfim, em uma Empresa Júnior, os alunos podem exercitar seu lado empreendedor e pesquisador, trabalhando forte na geração de novas idéias, contribuindo para a resolução de problemas e necessidades de grandes empresas.

Quais as vantagens de se participar de uma Empresa Júnior?

Existem muitas vantagens para um aluno que ingressa em uma Empresa Júnior. A experiência adquirida neste tipo de trabalho coloca o aluno à frente de seus concorrentes no concorrido mercado de trabalho, levando-o a um patamar mais elevado nas seleções de emprego.
Os alunos empreendedores saem na frente na conquista de grandes oportunidades, uma vez que o ambiente que eles protagonizam nada mais é do que uma arena de constantes desafios. Onde aprendem como lidar com situações novas e a conviver com pessoas em um ambiente organizacional, sem falar no convívio com empresários de verdade, ferramentas de gestão, reuniões com profissionais etc. Algo que, sem dúvida, seria praticamente impossível de ser vivenciado em um estágio comum.

Como ingressar em uma empresa júnior?

Todo aluno que desejar ingressar em uma empresa júnior deverá participar de um processo seletivo que consiste, basicamente, em prova de conhecimentos gerais, entrevista, redação, dinâmica de grupo etc. Estas etapas variam de empresa para empresa, mas seguem basicamente o mesmo escopo geral. Sempre contando com a dedicação e comprometimento dos alunos em contribuir com o crescimento e desenvolvimento da empresa, por isso o Marketing Pessoal também é importante.
Algumas destas empresas implementam, também, uma espécie de processo seletivo que mais se parece com uma seleção para o cargo de  Trainee, onde os alunos passam por todas as áreas da empresa, participando de treinamentos e atividades de preparo para ocuparem um cargo na empresa.

O Brasil é o país com mais empresas juniores no mundo!

Recentemente, o Bom Dia Brasil apresentou uma reportagem sobre as empresas juniores, onde destacava que o Brasil é hoje o país com o maior número de empresas juniores do mundo. São mais de 1.200 empresas, onde 90% de seus clientes são micro e pequenos empresários. Fato este que demonstra a real importância deste modelo empreendedor, tanto para alunos quanto para organizações da região onde a empresa júnior está instalada.
Como vimos, nos dias de hoje, a Empresa Júnior se apresenta como uma excelente alternativa para alicerçar uma revolução em toda a metodologia de ensino superior do Brasil e do mundo. Substituindo arraigados paradigmas, rumo à uma política de completo incentivo ao empreendedorismo acadêmico. Por isso, é importante que cada vez mais universidades incentivem esta modalidade de ensino e vivência profissional.
E você, já fez parte de uma empresa júnior? Conte para nós como foi sua experiência, participe!

POR GUSTAVO PERIARD

quinta-feira, 31 de março de 2011

Processo Sinergístico

Avalie como tem sido os processos sinergísticos na sua organização, dando o conceito 1=nunca, 2=raramente, 3=algumas vezes, 4=muitas vezes, 5=sempre.
  1. Mantém-se uma atenção especial para o equilíbrio entre a semelhança de interesses e a complementaridade das diferenças.
  2. Atenta-se para a diversidade de conhecimento dos diversos parceiros que é fator crítico de sucesso na formação da parceria sinérgica.
  3. Usa-se metáfora simples, como algo que se vá construindo e imitando o processo sinergístico a cada passo da construção.
  4. A construção de algum objeto geométrico pode ser usada para tornar mais concreta a realidade abstrata da construção da sinergia.
  5. É fácil compreender que ao combinar dois tetraedros obtemos um cubo que é algo que tem uma significância espacial muito maior.
  6. Percebe-se um paralelo entre volume, espaço, estabilidade e coesão com a realidade observável do desenvolvimento de uma parceria sinérgica.
  7. Sabe-se que a partir de competências complementares é vantajoso criar idéias e prestar serviços em conjunto, integrando o capital intelectual.
  8. Sabe-se que oportunidades são favorecidas pela disposição para desenvolver outras parcerias e a chance de melhor uso da tecnologia,
  9. Sabe-se que oportunidades são favorecidas pela necessidade de partilhar custos, maior potencial de inovação conjunta, pressão por qualidade.
  10. Evita-se o risco da divergência de opiniões e a união por processos semelhantes, pois pode gerar desperdício de recursos e capital intelectual.
  11. Ocorrem parcerias que ensejam reflexões sobre a visão de mundo e de negócios aceitável pelos parceiros em potencial.
  12. Existe uma vontade de trabalhar em conjunto que leva à descoberta de potencialidades complementares que ampliam o escopo de atuação.
  13. A união por processos semelhantes tem produzido sinergia negativa, pois um ou mais processos tem sido descartados.
  14. A união por processos complementares pode ser dificultada pela tendência ao trabalho isolado e insatisfação com os primeiros resultados.
  15. Valoriza-se a conjugação de esforços do trabalho conjunto, a cumplicidade nas deliberações e o comprometimento com os resultados.
  16. Surge a Mentalidade de Trincheira - disposição para confiar e colaborar, decorrente da união dos que se sentem ameaçados por inimigo comum.
  17. Com a união por processos complementares percebe-se quão importante para a sinergia é a motivação, ética, confiança e colaboração.
  18. Surge uma visão comum dos desafios de novos mercados, novos produtos, novos serviços, novas oportunidades, novos desafios.
  19. Realizar desafios traz o risco de deixar processos à descoberta, dificultando a sustentação dos negócios e aumentando a vulnerabilidade.
  20. Existe uma cultura de trabalho independente e um receio de perder o controle sobre a eficiência e a qualidade dos produtos e serviços.
  21. Sem ter idéia do tempo para conseguir a sinergia, sente-se que a confiança e colaboração desenvolvidas já são compensadoras.
  22. Contra a sinergia ocorre a grande dificuldade de adaptação à novos produtos e mercado e o risco de querer atuar sozinho numa nova área.
  23. Contra a sinergia ocorre a dificuldade para identificar os desafios e o receio de não sintonizar com o parceiro.
  24. A favor da sinergia surge a visão nítida de novas realidades operacionais e a certeza da possibilidade de interligação de processos entre empresas.
  25. Compreende-se que esforços isolados não contribuem para a sinergia e que a interdependência traz vantagens e desafios.
  26. Com a interdependência cada passo tem que considerar os efeitos para a parceria como um todo versus os benefícios do valor agregado.
  27. A complementação produz um resultado global que não poder ser obtido por qualquer parceiro isolado ou por todos eles operando separadamente.
  28. A falta de estratégia impede a clareza na percepção dos desafios, gera desconforto com o desconhecido e uma falta de metas e propósitos.
  29. A sinergia é prejudicada pela falta de disposição para enfrentar desafios e grande perda de tempo em debates e reuniões.
  30. A tranqüilidade da zona de conforto, que se mantém mesmo diante do mais evidente benefício, impede a percepção dos efeitos da sinergia.
  31. O conhecimento das semelhanças e diversidades complementares tem aumentado a confiança no potencial de ampliar as operações conjuntas.
  32. Falta um incentivo à proatividade, pouca objetividade, baixa flexibilidade e conflitos de prioridades decorrentes da percepção de interdependência;.
  33. Percebe-se resultados obtidos e cria-se campanha para reavivar, na mente dos colaboradores, a meta de sinergia e os grandes benefícios para todos.
  34. Ocorre o desconhecimento do potencial de cada colaborador, perda da visão sinérgica, incompatibilidades crescentes e falta de persistência.
  35. Definem-se mapas, faz-se o monitoramento e aumenta-se a tolerância nas negociações com uma definição clara dos processos e conformidades.
  36. A liderança incentiva todos a um alto grau de comprometimento que exige muito mais tolerância e flexibilidade do que as parcerias comuns.
  37. Cria-se um nicho em que processos são ajustados com tanta confiança e colaboração que se tornam imbatíveis em ofertas de produtos e serviços.
  38. Existe o risco das negociações mal conduzidas e do sucesso já conseguido gerar uma crença de que a sinergia se manterá para sempre.
  39. Atinge-se um estágio em que o poder estará distribuído, as estratégias estão unificadas e as equipes são multi-organizacionais.
  40. Atinge-se um estágio em que não existem motivos para desagregação, e todos pouco se lembram que são membros de entidades separadas.
  41. Atinge-se o estágio em que ocorre uma inspiradora visão de futuro, um harmônico envolvimento global e uma energização generalizada.
Melhor resultado 92 pontos, desejável acima de 50, perfil crítico abaixo de 25 pontos

Franquias - Chaves para ser bem sucedido!

Como escolher uma franquia?

Uma escolha, por parte do interessado, deve reunir aptidão, conhecimento, gosto pela atividade e recursos para o investimento. Na outra ponta e por parte do franqueador, espera-se um conjunto de valores que justifiquem o sucesso e histórico de uma marca, transparência no modelo de negócio proposto e suporte técnico que reúnam atrativos para viabilidade de investimentos e retornos ao franqueado.
Da reunião entre uma franquia atrativa e um franqueador com potencial para integrar o sistema, consolidasse o interesse mutuo, que nunca deve ser resolvido pela empolgação das apresentações, pois o interesse por um bom convívio e parceria deve envolver seguranças que qualifiquem a satisfação das partes, diante de um seletivo processo que ateste a segurança a ser verificada pelo bom andamento da rede e suas franquias e a identificação do histórico do próprio franqueado como parte adequada a somar nos negócios do grupo. Análise, pontos fortes e fracos, investimentos, suporte e relacionamento serão bases para a escolha e definição de parceria.

O layout, produtos, decoração, vitrine, etc, já vêm formatados ou há espaço para a criatividade do varejista?

Vai depender muito do modelo do sistema e do tipo de negócio ofertado. Na maioria dos casos existe um padrão a ser seguido, justamente para criar uma imagem única da rede, mas os produtos e serviços a serem oferecidos dependem dos gostos regionais e sempre devem exigir adequações por parte do franqueador para maximizar o potencial do negócio.
A criatividade e inovação do sistema sempre estarão ligadas a resultados e a sua forma de evoluir. Numa rede organizada sempre será de interesse do franqueador, a formação de um ambiente de troca, que vêm do entendimento que para se mudar é preciso saber ouvir diante da seleção de experiências e iniciativas bem sucedidas, que possam contribuir para o aperfeiçoamento dos processos do próprio modelo.

franquias mcdonalds Franquias – Chaves para ser bem sucedido!

E os clientes? Vêm junto com a marca e/ou é preciso conquistá-los?

Um marca de tradição já é uma expectativa natural de fluxo de clientes e talvez esse fator, aliado a segurança, seja uma das grandes vantagens do sistema. Isso deve ser levado em conta como ponto de partida, mas evidentemente nenhum negócio prevalecerá pelo vegetativo da marca e sim pelo desempenho da atividade a ser instalada e sua capacidade de saber fazer bem feito no sentido de conquistar, atender, solucionar e manter seus clientes satisfeitos. Na verdade nos dias atuais, e no caminho de sermos competitivos, temos que vencer frente às enormes opções disponibilizadas pelo mercado para atender e servir os nossos potenciais consumidores, o que faz com que a conquista seja algo diário a ser trabalhado pelas organizações, independente do modelo de negócio, e diante de todos os estágios classificatórios de clientes a conquistar e conquistados.

Quais os cuidados que devemos, antes de optar por uma franquia? Explique.

Não devemos ter precipitação nas decisões, que antes devem ser alimentadas de paciência, num sentido de colher todas as informações que envolvem as bases do negócio e a confirmação da sua solidez. Região de escolha e custos devem se unir ao plano de investimento diante de um projeto que integre a nossa realidade e capacidade para formar um conjunto que nos clareie e ajude-nos a decidir. Alguns cuidados devem ser adicionados para assegurar as opções:
  • Obter informações transparentes em relação à situação econômica e financeira da empresa franqueadora, pela própria entidade e juntos a órgãos representativos do sistema.
  • Verificar em detalhes os valores e recursos a serem necessários para adquirir a franquia, suas exigências e fases dos investimentos.
  • Verificar em detalhes sobre o suporte técnico e humano e outros benefícios que serão ofertados ao franqueado.
  • Verificar os benefícios e custos inerentes as taxas a serem cobradas pela rede, incluindo royalties, verbas de marketing e outras taxas de serviços que eventualmente podem ser cobradas.
  • Verificar o nível de satisfação do já franqueados e o modelo de relacionamento praticado dentro da rede entre franqueador e franqueados.
  • Elaborar um planejamento criterioso, reunindo o plano total de investimentos versus desembolsos e expectativas de resultados nas formas de previsões detalhadas e realistas, para planejar o como e quando a operação pode começar a superar seus custos, amortizar seus investimentos e expectativas.

O franqueado conta com o apoio do franqueador? Em que sentido?

Deve sempre contar com o apoio continuo do franqueador e sua rede de suporte operacional, pois mesmo sendo o franqueado um empresário independente, sua opção por um de negócio baseado em franquias, inclui uma visão facilitadora em relação ao desenvolvimento da atividade pretendida, principalmente nos fatores que ligam a experiência da marca em todos os níveis de necessidade de um franqueador. A evolução de um sistema de franquia depende da qualidade dos seus franqueados e do reconhecimento da liderança destes pelo seu franqueador.
No dia a dia verifica-se que esse modelo de negócio será bem sucedido na medida em que haja capacidade de se estabelecer integração entre seus participantes, que devem superar conflitos pelo desenvolvimento de soluções comuns e positivas rumo à evolução e qualificação da marca, pelo amadurecimento e resultados das atividades dependentes.

Quando uma franquia pode significar um mau negócio? Por quê?

Existem vários fatores para que um negócio fracasse, e que normalmente estão ligadas as distorções que fazemos diante de uma visão inicial e a realidade operacional da atividade. Uma franquia é uma oportunidade de pertencer a um negócio onde a tese já foi testada e aprovada e sem duvida pode facilitar o desenvolvimento de uma nova atividade, porém não ausenta e nem limita a necessidade de termos competência como fator profissional.
Um mau negócio é decorrente geralmente da superficialidade, típicas de momentos onde a própria ansiedade, pelo querer andar rápido no desenvolvimento das coisas, supera a racionalidade da inclusão dos detalhes, que de alguma forma nos enriquecem de atenção diante dos projetos. O não prever, o não incluir, pode antecipar o tempo, mas normalmente num sentido de reduzir as expectativas entre empolgação e a ilusão.
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* Sérgio Dal Sasso, consultor empresarial, escritor e palestrante em temas ligados à administração de negócios, empreendedorismo, vendas, carreiras e educação corporativa. Portal:www.sergiodalsasso.com.brEmail: falecom@sergiodalsasso.com.br