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quarta-feira, 20 de abril de 2011

Concurso para Oficial da Marinha 2011



Videoaulas para o concurso da
Marinha. Comece a Estudar Hoje!


Terça-feira, 29 de março de 2011
A Diretoria de Ensino da Marinha (DEnsM), divulgou a abertura de processo seletivo para o quadro Técnico (T) do Corpo Auxiliar da Marinha para o cargo Técnico Administrativo. Serão 35 vagas, para ambos os sexos, e candidatos com idade inferior a 36 anos até janeiro de 2012.
Estará entre as atribuições dos aprovados, desenvolver atividades de apoio técnico, gerenciais e administrativas em geral, além das atividades inerentes à carreira militar. Inicialmente o classificado fará o Curso de Formação de Oficiais (CFO), realizado no Centro de Instrução Almirante Wandenkolk (CIAW), e nessa fase terá direito a auxílio alimentação, uniforme, assistência médico-odontológica, psicológica, social e religiosa.
Após esse período, o candidato fará um Estágio de Aplicação (EA), com duração de até 6 semanas, irá prepará-lo para o serviço naval inerente à profissão, à complementação de sua formação militar naval e à avaliação complementar para o desempenho de funções técnicas e administrativas. O CFO e o EA terão a duração total de 39 semanas.
Para inscrever-se, o interessado deverá acessar o site www.ensino.mar.mil.br entre os dias 6 e 29 de abril de 2011, das 8h às 23h59. Haverá possibilidade de cadastrar-se nas Organizações Militares da Marinha, das 8h30min às 16h30min (verificar edital completo).
Os concorrentes serão avaliados por meio de prova escrita objetiva de conhecimentos profissionais, prova de expressão escrita; seleção psicofísica (SP); teste de suficiência física (TSF); verificação de dados biográficos (VDB); e prova escrita discursiva de conhecimentos profissionais (PD), somente para as profissões de Direito e História.
Saiba mais - Para mais informações sobre o cargo, o candidato poderá acessar o endereço eletrônico da Marinha, no link Ingresso na Marinha - Como Ingressar.
  • Vagas:
Administração: 3
Ciências Contábeis: 2
Ciências Econômicas: 1
Comunicação Social: 2
Direito: 8
Educação Física: 1
Estatística: 1
História: 2
Informática: 6
Letras (Língua Portuguesa): 1
Psicologia: 4
Serviço Social: 2
Segurança do Tráfego Aquaviário: 2

A história da Administração

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história da Administração iniciou-se num tempo muito remoto, mais precisamente no ano 5.000 a .C, na Suméria, quando os antigos sumerianos procuravam melhorar a maneira de resolver seus problemas práticos, exercitando assim a arte de administrar.

Depois no Egito, Ptolomeu dimensionou um sistema econômico planejado que não poderia ter-se operacionalizado sem uma administração pública sistemática e organizada.
Em seguida, na China de 500 a.C, a necessidade de adotar um sistema organizado de governo para o império, a Constituição de Chow, com seus oito regulamentos e as Regras de Administração Pública de Confúcio exemplificam a tentativa chinesa de definir regras e princípios de administração.
Apontam-se, ainda, outras raízes  históricas.  As instituições otomanas, pela forma como eram administrados seus grandes feudos. Os prelados católicos, já na Idade Média, destacando-se como administradores natos. A Alemanha e a Áustria, de 1550 a 1700, através do aparecimento de um grupo de professores e administradores públicos chamados os fiscalistas ou cameralistas. Os mercantilistas ou fisiocratas franceses,  que valorizavam a riqueza física e o Estado, pois ao lado das reformas fiscais preconizavam uma administração sistemática, especialmente no setor público.
Na evolução histórica da administração, duas instituições se destacaram: a Igreja Católica Romana e asOrganizações Militares.
A Igreja Católica Romana pode ser considerada a organização formal mais eficiente da civilização ocidental. Através dos séculos vem mostrando e provando a força de atração de seus objetivos, a eficácia de suas técnicas organizacionais e administrativas, espalhando-se por todo mundo e exercendo influência, inclusive sobre os comportamentos das pessoas, seus fiéis.
As Organizações Militares evoluíram das displicentes ordens dos cavaleiros medievais e dos exércitos mercenários dos séculos XVII e XVIII até os tempos modernos com uma hierarquia de poder rígida e adoção de princípios e práticas administrativas comuns a todas empresas da atualidade.

A revolução industrial

O fenômeno que provocou o aparecimento da empresa e da moderna administração ocorreu no final do século XVIII e se estendeu ao longo do século XIX, chegando ao limiar do século XX. Esse fenômeno, que trouxe rápidas e profundas mudanças econômicas, sociais e políticas, chamou-se Revolução Industrial.
A Revolução Industrial teve início na Inglaterra, com a invenção da máquina a vapor, por James Watt, em 1776. A aplicação da máquina a vapor no processo de produção provocou um enorme surto de industrialização, que se estendeu rapidamente a toda a Europa e Estados Unidos.
A Revolução Industrial desenvolveu-se em duas fases distintas: a primeira fase de 1780 a 1860. É a revolução do carvão, como principal fonte de energia, e do ferro, como principal matéria-prima. A segunda fase de 1860 a 1914. É a revolução da eletricidade e derivados do petróleo, como as novas fontes de energia, e do aço, como a nova matéria-prima.
Ao final desse período, o mundo já não era mais o mesmo. E a moderna administração surgiu em resposta  a duas consequências provocadas pela Revolução Industrial, a saber:
  • Crescimento acelerado e desorganizado das empresas que passaram a exigir uma administração científica capaz de substituir o empirismo e a improvização;
  • Necessidade de maior eficiência e produtividade das empresas, para fazer face à intensa concorrência e competição no mercado.
Difícil é precisar até que ponto os homens da Antiguidade, da Idade Média e até mesmo do início da Idade Moderna tinham consciência de que estavam praticando a arte de administrar.
Já no século XX, surge Frederick W. Taylor,  engenheiro americano, apresentando os princípios da Administração Cientifica e o estudo da Administração como Ciência.
Conhecido como o precursor da TEORIA DA ADMINISTRAÇÃO CIENTÍFICA, Taylor preconizava a prática da divisão do trabalho, enfatizando tempos e métodos a fim de assegurar seus objetivos “de máxima produção a mínimo custo”, seguindo os princípios da seleção científica do trabalhador, do tempo padrão, do trabalho em conjunto, da supervisão e da ênfase na eficiência.
Nas considerações da Administração Científica de Taylor, a organização é comparada com uma máquina, que segue um projeto pré-definido; o salário é importante, mas não é fundamental para a satisfação dos funcionários; a organização é vista de forma fechada, desvinculada de seu mercado; a qualificação do funcionário passa a ser supérflua em consequência da divisão de tarefas que são executadas de maneira repetitiva e monótona e finalmente, a administração científica, faz uso da exploração dos funcionários em prol dos interesses particulares das empresas.

A Administração Científica

Em 1911, Taylor publicou o livro considerado como a “bíblia” dos organizadores do trabalho: Princípios da Administração Científica, que tornou-se um best-seller no mundo inteiro.
Reconhece-se hoje que as propostas pioneiras de Taylor deflagaram uma ”febre” de racionalização, que prepararam o terreno para o advento do TQC (Total Quality Control), ocorrido ao longo do pós-guerra.
As propostas básicas de Taylor: planejamento, padronização, especialização, controle e remuneração trouxeram decorrências sociais e culturais da sua aplicação, pois representaram a total  alienação das equipes de trabalho e da solidariedade grupal, fortes e vivazes no tempo da produção artesanal. Apesar das decorrências negativas para a massa trabalhadora, que as propostas de Taylor acarretaram, não se pode deixar de admitir que elas representaram um enorme avanço para o processo de produção em massa.
Frederick Winslow Taylor 3 História e evolução da Administração
Frederick Winslow Taylor
Paralelamente aos estudos de Taylor, Henri Fayol, que era francês, defendia princípios semelhantes na Europa, baseado em sua experiência na alta administração. Enquanto os métodos de Taylor eram estudados por executivos europeus, os seguidores da Administração Científica só deixaram de ignorar a obra de Fayol quando a mesma foi publicada nos Estados Unidos. O atraso na difusão generalizada das idéias de Fayol  fez com que grandes contribuintes do pensamento administrativo desconhecessem seus princípios. Fayol relacionou 14 (quatorze) princípios básicos que podem ser estudados de forma complementar aos de Taylor.
As 05 (cinco) funções precípuas da gerência administrativa como: planejar, comandar, organizar, controlar e coordenar, o já conhecido e exaustivamente estudado nas escolas de administração – PCOCC – são os fundamentos da Teoria Clássica defendida por Fayol. Esta Teoria considera: a obsessão pelo comando, a empresa como sistema fechado e a manipulação dos trabalhadores, que, semelhante à Administração Científica, desenvolvia princípios que buscavam explorar os trabalhadores.
Traçando-se um paralelo entre a Administração Científica e a Administração Clássica, conclui-se que enquanto Taylor estudava a empresa privilegiando as tarefas de produção, Fayol a estudava privilegiando as tarefas da organização. A ênfase dada pelo primeiro era sobre a adoção de métodos racionais e padronizados e máxima divisão de tarefas, enquanto o segundo enfatizava a estrutura formal de empresa e a adoção de princípios administrativos pelos altos escalões.
Na história da evolução da Administração não se pode esquecer a valiosa contribuição de Elton George Mayo, o criador da Teoria das Relações Humanas, desenvolvida a partir de 1940, nos Estados Unidos e mais recentemente, com novas idéias, com o nome de Teoria do Comportamento Organizacional. Ela foi, basicamente, o movimento de reação e de oposição à Teoria Clássica da Administração, com ênfase centrada nas pessoas. Teve como origem: a necessidade de humanizar e democratizar a administração, o desenvolvimento das chamadas ciências humanas (psicologia e sociologia), as idéias da filosofia pragmática de John Dewey e da Psicologia Dinâmica de Kurt Lewin e as conclusões do Experimento de Hawthorne,  já bastante estudado e discutido nas escolas de administração. Em 1932, quando a experiência foi suspensa, estavam delineados os princípios básicos da Escola de Relações Humanas, tais como: o nível de produção como resultante da integração social, o comportamento social do empregado, a formação de grupos informais, as relações interpessoais, a importância do conteúdo do cargo e a ênfase nos aspectos emocionais.
Hawthorne História e evolução da Administração
Hawthorne - 1925 | Fonte: História da Administração
A partir de 1950 foi desenvolvida a Teoria Estruturalista, preocupada em integrar todas as teorias das diferentes escolas acima enumeradas, que teve início com a Teoria da Burocracia de Max Weber, que se baseia na racionalidade, isto é, na adequação dos meios aos objetivos (fins), para que se obtenha o máximo de eficiência.
Convém citar ainda, a Teoria de Sistemas desenvolvida a partir de 1970, que passou a abordar a empresa como um sistema aberto em contínua interação com o meio ambiente que o envolve  e a Teoria da Contingência, desenvolvida no final da década de 1970. Para essa teoria a empresa e sua administração sã variáveis dependentes do que ocorre no ambiente externo, isto é, a medida que o meio ambiente muda, também ocorrem mudanças na empresa e na sua administração como consequência.
Assim sendo, os princípios fundamentais das Teorias de Taylor, Fayol, Mayo e Weber foram e serão sempre os pilares da evolução e do desenvolvimento da ciência da Administração e que têm motivado e impulsionado os estudos, pesquisas,trabalhos e obras dos seus seguidores até os nossos dias.
É importante conhecer a história da Administração no Brasil e os precursores da luta de torná-la reconhecida. A história da Administração iniciou-se em 1931, com a fundação do Instituto da Organização Racional do Trabalho – IDORT, que contava com o Professor Roberto Mange, suíço naturalizado, na sua direção técnica.
Em meados do mesmo ano o Departamento Administrativo do Serviço Público, até hoje conhecido pela sigla DASP, foi fundado pelo Dr. Luiz Simões Lopes. Por este órgão foi criada a Escola de Serviço Público que enviava técnicos de administração aos Estados Unidos  para a realização de cursos de aperfeiçoamento, com defesa de tese. Os conhecimentos e as ações desenvolvidas por estes especialistas, no seu retôrno ao país, fez deles pioneiros da Administração no Brasil, como profissão. Novamente sob orientação do Dr. Luiz Simões Lopes, em 1944, foi criada a Fundação Getúlio Vargas, mantenedora da EASP – Escola de Administração de Empresas de São Paulo.
Junto com o DASP, foi criado um cargo exclusivo de Técnico em Administração (hoje Administrador).
Sentia-se então a necessidade de institucionalização urgente da profissão do Administrador, como forma de preservar o mercado de trabalho para os  que já atuavam na Administração Pública  e para os egressos daquelas escolas, bem como, defender a sociedade de pessoas inabilitadas e na maioria despreparadas.
No entanto, institucionalizar uma profissão não é tarefa fácil e a estratégia adotada deveria consistir na fundação da ABTA – Associação Brasileira de Técnicos de Administração, em 19 de Novembro de 1960, que tinha como símbolo o hexágono.
A entidade recém-criada começou a desenvolver esforços com vistas a preparação de um projeto de lei que institucionalizasse a administração. É de inteira justiça salientar aqui a inestimável colaboração do Professor Alberto Guerreiro Ramos, Técnico de Administração do DASP, na época Deputado Federal, para a aprovação do projeto. Guerreiro Ramos foi decisivamente apoiado pela ABTA na luta pela sanção presidencial, já que a reação de poderosas forças contrárias pugnava pelo veto.
Afinal, com o importante apoio do Diretor Geral do DASP, a Lei nº 4769, foi sancionada em 09 de Setembro de 1965, pelo então Presidente da República, Humberto de Alencar Castelo Branco.
Para implantação da citada Lei, o Ministério do Trabalho nomeou uma Junta Federal presidida por Ibany da Cunha Ribeir, aliada à ABTA, presidida por A. Nogueira de Faria, que forneceu sua estrutura e seus recursos materiais e humanos, implantando assim os Conselhos  Regionais de Minas Gerais, Ceará, Pernambuco e Bahia.
Entre os que exerceram o cargo de Técnico de Administração no DASP, além dos acima mencionados, podemos citar  Celso Furtado e Belmiro Siqueira. Este último ocupou vários cargos naquela repartição pública, dentre eles o de Diretor Geral, em 1967 e 1968.

O Patrono dos Administradores

Belmiro Siqueira é o Patrono dos Administradores, título que lhe foi outorgado “pos-mortem” e dá nome ao concurso nacional anualmente promovido pelo Sistema CFA/CRAs: prêmio “BELMIRO SIQUEIRA DE ADMINISTRAÇÃO”.
Administrador, professor, consultor, assessor governamental, colunista de vários jornais, sempre escrevendo sobre assuntos ligados à sua área de atuação. Autor de vários trabalhos sobre Administração, foi eleito Conselheiro Federal em 1977 e Vice-Presidente do Conselho Federal de Administração – CFA,  até 28 de Novembro de 1987, data de seu falecimento. Na ocasião encontrava-se no exercício da Presidência do CFA. Era mineiro de Ubá, nascido a 22 de Outubro de 1921.
Torna-se imperativo,  nesta oportunidade, exaltar a valiosa, decisiva e importante contribuição do Administrador Belmiro Siqueira. Cujo talento, profissionalismo e dedicação à nossa categoria ficarão  para sempre registrados nos anais da história da  Administração, no Brasil.
Os profissionais de administração eram denominados, na época, de Técnicos de Administração, o que transmitia uma conotação de formação escolar de nível médio.
Mais de 02 anos após a publicação dessa Lei ela foi regulamentada através do Decreto 61.934,  de 22 de setembro de 1967.
Foi criado então, o órgão responsável pela disciplina e fiscalização do exercício profissional: o CFTA – Conselho Federal de Técnicos de Administração, com a missão de trabalhar pela afirmação da existência e fixação da profissão de Administrador no macro-sistema sócio-jurídico-econômico nacional.
Começaram a ser criados outros Conselhos Regionais nas diversas capitais do país, que hoje compõem o Sistema CFA/CRA’s, com a finalidade de difundir e consolidar a missão do órgão maior (CFTA) da categoria, com abrangência e autonomia nas diversas regiões da Unidade Federativa.
Coincidindo com o 20° aniversário da criação da profissão de Administrador, por força da Lei Federal n°735, de 13 de junho de 1985, foi mudada a denominação de Técnico de Administração para ADMINISTRADOR, após uma vibrante campanha em 1983, coordenada pelo CRA-SP, que levou ao Ministério do Trabalho as reivindicações de todas as instituições do País ligadas ao campo da administração: universidades, faculdades, associações profissionais, sindicatos, além de milhares de assinaturas de profissionais e apoio de centena de Câmaras Municipais.

A administração na última década

Inicia-se, assim, um novo tempo de desenvolvimento e aperfeiçoamento da  Administração, como Ciência e como Profissão. A tecnologia moderna aliada aos cientistas, pesquisadores e professores, com seus mecanismos, estudos e trabalhos vêm provando que Administrar é necessário, proveitoso e imprescindível em qualquer segmento, contexto ou situação na vida das pessoas, das empresas e das entidades.
Neste ano de 2005 a profissão de Administrador completa, oficialmente, 40 anos de sua criação no Brasil e no decorrer dessas quatro décadas é inegável o crescimento e o aperfeiçoamento das pessoas e instituições que estudam, ensinam, trabalham, dirigem ou fiscalizam a profissão do Administrador, sejam eles pessoas físicas ou jurídicas.
Atualmente existem mais de 1.700 instituições de ensino superior e de especialização na área de Administração, um contingente de mais de 300.000 profissionais registrados em todo país, 600.000 alunos cursando administração, além da demanda aos vestibulares da área, que só perdem para os dos cursos de medicina.
Texto extraído do original da autora: Adm. Lucinda Pimental Gomes
Texto publicado no Informativo Mensal do CRA/CE, CRA em Ação,  Ano 1 Nº 07Agosto/Setembro de 2005

segunda-feira, 18 de abril de 2011

O que é e como funciona a Matriz BCG

Talvez uma das mais famosas ferramentas de gestão de marketing seja a Matriz BCG. Mas você sabe exatamente qual é o seu objetivo? E como ela funciona para os profissionais de marketing? Vamos explicar um pouco mais sobre esta ferramenta no post abaixo, fique ligado!
Matriz BCG, como o próprio nome diz, é uma matriz “2 por 2″ para análises de portfólio de produtos e unidades de negócios, tendo como base o ciclo de vida do produto. Foi criada nos anos 70 por Bruce Henderson para a empresa americana Boston Consulting Group, e tem como principal objetivo auxiliar o processo de tomada de decisão dos gestores de marketing e vendas.

Como funciona

Matriz BCG é dividida em duas partes: crescimento do mercado e participação relativa de mercado (em comparação à participação de seu maior concorrente). Onde, pode-se concluir, em uma primeira análise, que quanto mais rápido for o crescimento de mercado de um produto ou, quanto maior for sua participação de mercado melhor será para empresa analisada. Maior será sua vantagem competitiva por produto em relação à seus concorrentes.
Matriz BCG2 O que é e como funciona a Matriz BCG
Em uma segunda análise, é preciso posicionar os produtos da empresa dentro da matriz, de acordo com suas características principais, sendo classificados de acordo com o quadrante que ocupam. Os quadrantes são:
 
  • Ponto de interrogação (também conhecido como “em questionamento” ou “criança-problemática”): Neste quadrante, estão posicionados os produtos pertencentes a um mercado com altas taxas de crescimento. Exige grandes investimentos e possui baixo retorno, com possibilidade de se tornar um “abacaxi” em pouco tempo. Porém, por estar em um mercado com alto crescimento, pode também se tornar uma “estrela”, desde que seja bem tratado pela empresa;
  • Estrela: Neste quadrante, estão posicionados os produtos  com alta participação de mercado, com altas taxas de crescimento. São líderes de mercado, exigindo grandes investimentos. Caso o crescimento do mercado seja reduzido, pode facilmente se tornar uma “vaca leiteira”.
  • Vaca leiteira: Neste quadrante, estão posicionados os produtos com taxa de crescimento moderada em mercados já estabelecidos. Não demandam grandes investimentos, uma vez que o crescimento do mercado é baixo. Algumas empresas tem estes produtos como sua base, por terem os lucros e a geração de caixa são altos. É comum ver “estrelas” se transformando em “vacas leiteiras”.
  • Abacaxi (também conhecido como “animal de estimação”, ”cão” ou “vira-lata”): Neste quadrante estão posicionados os produtos com baixa participação em um mercado maduro, sem crescimento aparente. Estes produtos devem ser evitados ao máximo pela empresa, sendo possível até um descarte de tais produtos do portfólio da empresa, do ponto de vista financeiro (evitando os altos custos de recuperação) e estratégico.
Como dito acima, esta matriz auxilia os profissionais de marketing e vendas a analisar os produtos que são comercializados pela empresa, identificando aspectos importantíssimoos para a manutenção destes. A empresa precisa saber qual é a possibilidade de crescimento de um produto, a sua condição perante o fluxo de caixa, a aceitação do público etc. Por isso, é preciso que o departamento de marketing domine esta ferramenta e a utilize da forma mais eficaz possível.
Você já teve algum tipo de experiência com a Matriz BCG? Conte pra nós!
POR GUSTAVO PERIARD

Abertas as inscrições para o nova Aprendiz 2011

Um dos reality shows mais aguardados da temporada em breve estará de volta! Sob o comando de João Doria Jr., oAprendiz retornará às telas da Rede Record, focando agora no tema empreendedorismo.
A nova edição do programa será transmitida de novembro a dezembro de 2011, encerrando portanto a grade de shows da emissora. Além do aprendizado sobre o mundo corporativo, os participantes concorrerão ao incrível prêmio de R$ 1,5 milhão.
o aprendiz 2011 joão dória Abertas as inscrições para o novo Aprendiz 2011
Como sempre, João Doria Jr. comandará uma série de difíceis tarefas que testarão os aprendizes em suas mais diversas habilidades, como raciocínio lógico, capacidade de venda, resolução de problemas e criatividade.
Por focar no empreendedorismo, a nova temporada de o Aprendiz irá expandir não apenas os temas que geralmente são abordados no programa, mas também o público que o acompanha. Agora, o grau de interesse é muito maior, pois cada episódio será uma verdadeira aula para quem tem interesse em abrir seu próprio negócio ou simplesmente em adotar uma postura mais empreendedora em sua vida.
E se você está interessado em participar de uma experiência única, aprender com um dos maiores empresários do Brasil e ainda por cima ganhar um superprêmio de R$ 1,5 milhão, inscreva-se no programa. Não perca esta oportunidade!

A negligência com a competição cria a concorrência

por Ivan Postigo*
O automóvel substituiu o cavalo, ainda que na época algumas pessoas não acreditassem que o faria. Acha estranho?
Contam que o Presidente do Michigan Savings Bank , em 1903, recomendou que Horace Rackham, advogado de Henry Ford, não investisse na Ford Motor.
Teria dito: “O automóvel não passa de uma moda passageira, o cavalo veio para ficar.”
Rackham ignorou o conselho, comprou 5.000 dólares de ações que vendeu, anos depois, por 12,5 milhões de dólares.
Quando a TV surgiu, o rádio já fazia enorme sucesso. Muitos diziam que as pessoas não se interessariam por aquele produto, afinal quem quisesse ver imagens sairia às ruas. Você já sabe o resultado.
Quem imaginaria a máquina de escrever como peça de museu?  Há algum tempo poucos, não?
Apenas o filho de um amigo quando a viu achou a última invenção.
Concorrência A negligência com a competição cria a concorrência
Com menos de cinco anos, acostumado a mexer nos computadores do pai, um dia ao entrar no escritório do avô o viu datilografando um documento. Correu para perguntar à mãe se tinha visto o computador do avô que imprimia assim que este digitava!
A velocidade em datilografia, exaltada no passado, pouco importa hoje se não tivermos conhecimentos de informática, não é verdade?
Onde estão produtos como o carburador, o telex, o fax, o mimeógrafo, as gelatinas usadas nos livros contábeis, discos flexíveis para computador, aparelhos de TV preto e branco, toca-fitas de carros e tantos outros? A lista é imensa.
O surgimento de alguns produtos provocou enorme impacto no mercado, deixando fábricas inteiras obsoletas e uma multidão de pessoas sem qualificação para novas atividades.
Nasceram do dia para a noite? Claro que não, mas muitos cresceram no espaço deixado pelo descrédito.
Ainda que antenados no mercado, um pequeno descuido pode nos trazer grandes estragos.
Nesse sentido, vale a pena ler os relatos de Andy Grove, co-fundador e ex-CEO da Intel, na tumultuada jornada para construção da que seria a maior fábrica de chips do mundo.
Em 1985, enquanto se debatiam para encontrar soluções para os problemas que estavam destruindo a organização, Grove perguntou à Moore, então CEO: “Se nos chutassem e o conselho colocasse outro CEO no comando, o que ele faria?”
Gordon disparou: “Acabaria com o negócio de memórias.”
Grove, ainda perplexo, lhe disse: “Por que você e eu não saímos por aquela porta, voltamos e fazemos isso por nossa conta?“
Naquele momento os japoneses não apenas competiam, mas concorriam de forma tão intensa que iriam tirá-los dos negócios.
Foi o que fizeram, partindo para a fabricação de microprocessadores.
Suas reflexões sobre liderança estão em seu livro “Só os paranóicos sobrevivem”.
Todos os dias, em algum lugar, algum produto ou empresa, é superado pela falta de atenção de seus gestores.
Como diz Vitor Orlandi: “Cheguei onde ninguém acreditava, permaneci onde alguns nunca foram, estou indo para um lugar onde poucos conhecerão.”
A prevenção é obtida quando o cliente é o foco e não o produto. Veja o que diz Michael Dell, da Dell computadores:
“Desde o início, toda nossa empresa, desde a criação, passando pela produção, até as vendas, foi orientada para a atenção ao cliente”.
Isso basta? Digo que não!
A organização precisa aprender para reagir. Desta linha de raciocínio vem a lição de Jack Welch, na oportunidade CEO da GE:
“Nosso comportamento é guiado por uma crença básica fundamental: o desejo e a capacidade de uma organização para aprender continuamente com qualquer um, em qualquer lugar, e converter rapidamente tais ensinamentos em ação, para obter vantagem competitiva máxima”.
Aprendamos então com o conselho de Marcelo de Souza Bastos:
“Aproveite as idéias que as pessoas te apresentam, pois até mesmo um relógio parado está certo duas vezes por dia”.

O que é uma Startup?

Um dos termos mais em voga nos dias de hoje no mundo empresarial é “Startup” (ou Start-up). Uma palavra ainda pouco conhecida dos brasileiros, mas um conceito que vem ganhando cada vez mais espaço. Mas você conhece a definição desta palavra e o objetivo de uma empresa startup no mercado? Criamos este post para elucidar algumas dúvidas sobre o tema, confira!
O termo startup sempre esteve ligado ao ato de criação de uma empresa e a sua colocação em funcionamento, porém, na época denominada de “bolha da Internet”, entre os anos de 1996 e 2001, é que o termo startup começou a ser utilizado para denominar um grupo de pessoas trabalhando na implementação de uma idéia diferenciada que poderia gerar um bom dinheiro.
entering startup O que é uma startup?
Algumas pessoas podem dizer, então, que startup é qualquer empresa em início no mercado, já outras podem afirmar que para ser uma startup a empresa precisa ter baixíssimos custos e alta lucratividade com crescimento rápido. Por isso, para te auxiliar no pleno entendimento do conceito de startups, deixo abaixo três definições de especialistas no assunto:
“Uma startup é uma organização formada para a busca de um modelo de negócios escalável e repetitivo.” – Steve Blank
“Uma startup é uma organização empreendedora formada para a busca de um modelo de negócios escalável e repetitivo.” – Mark Habit
“Uma startup é uma instituição de pessoas tentando criar algo novo sob condições de extrema incerteza” – Eric Ries
Embora algumas definições possam variar em alguns aspectos específicos, o conceito que predomina é mesmo o de uma empresa em implementação, com pouca ou nenhuma experiência de mercado, voltada para a geração de idéias inovadoras com um futuro muito promissor. Geralmente, se utilizam do aporte de capital de risco para financiar seu projetos.
Estas empresas, na maioria das vezes, já nascem com uma ótima perspectiva financeira e com boas projeções de receita e lucros. Por este motivo, possui uma boa possibilidade de ser comprada precocemente por uma grande empresa, devido ao seu potencial inovador. Tudo dependerá da forma como o empreendedor conduzirá sua empresa e, principalmente, como lidará com as incertezas do mercado.
Hoje em dia, a grande discussão em torno das empresas startups é sobre o modelo escalável de seus projetos e a forma como pretendem atingir os objetivos estabelecidos. Além do fator humano estar explícito como ator inibidor de incertezas e gerador de mudanças nas empresas. Por isso, é muito difícil estabelecer um rótulo fechado sobre o que é ou o que deveria ser uma empresa startup, até porque estamos ainda engatinhando neste assunto no Brasil.
Para você, o que é uma empresa Startup? Quais conceitos a sua definição deve abordar? Participe, deixe seu comentário!
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PS: Tem uma definição bacana de startup? Conte pra nós, quem sabe não atualizamos o post com sua frase. icon wink O que é uma startup?
Veja como nossos leitores definem Startup:
“Uma nova empresa que está em busca de investimento com uma ideia inovadora e escalável em mãos, seja de tecnologia ou não.” – @leoreinaux
“São empresas de base tecnológica (mas não somente), as quais surgem com produtos/serviços em busca de um modelo de negócio escalável, mantendo o baixo custo em um ambiente de incertezas. –Kiercio Queiroz
O que acharam? Mande a sua definição! icon smile O que é uma startup?

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Programa de Trainee Industrial da Ambev

POR GUSTAVO PERIARD, EM 7 ABRIL, 2011
A dica de hoje é para você que busca um emprego como Trainee em uma empresa multinacional reconhecida no mundo todo com as melhores condições de trabalho. Estão abertas as inscrições para o Programa de Trainee Industrial da Ambev 2011.
Trainee Ambev Programa de Trainee Industrial da AmbevE este ano, o Programa de Trainee da Ambev tem uma grande novidade: o programa não terá número específico de vagas, ou seja, a possibilidade de iniciar ainda em 2011 com todos benefícios que a Ambev oferece só depende de você.
Os candidatos que mais se destacarem durante o processo passarão por 18 meses de treinamento intensivo, onde conhecerão todas as áreas da empresa, recebendo treinamento intensivo na área industrial. Como parte da cultura da empresa, os trainees Ambev já começam a trabalhar como funcionários da empresa.
O salário inicial de trainee é de R$ 4.000,00 mais benefícios, como assistência médica e odontológica, seguro de vida, previdência privada, vale refeição, vale transporte, entre outros. Além destes benefícios, a Ambev ainda paga 14° salário e te dá a oportunidade de completar sua formação no exterior. É ou não é uma super oportunidade profissional?
O que você precisa ter para se candidatar às vagas?
Para que o candidato esteja apto para concorrer à função de trainee na maior indústria privada de bens de consumo do Brasil e a maior cervejaria da América Latina, é preciso que ele tenha:
  • Conclusão do ensino superior até julho 2011 ou até dois anos de formado nos cursos superiores de Agronomia, Ciências Biológicas, Engenharias, Farmácia e Química;
  • Fluência no idioma Inglês;
  • Amplo conhecimento de Informática;
  • Disponibilidade para se deslocar/residir em outros Estados, durante o período de treinamento e após o posicionamento
Além destes pré-requisitos, a Ambev busca também profissionais com habilidade para gerenciamento de pessoas, interesse por desenvolvimento de novas tecnologias, negociação, capacidade de liderança e visão empreendedora. A empresa está buscando jovens profissionais com vontade de trabalhar e mostrar todo o seu potencial criativo. E aí, você está preparado?
As inscrições para o Trainee Industrial Ambev 2011 vão até o dia 1º de maio. Por isso, não perca tempo acesse este link e faça já sua inscrição! Esta oportunidade poderá mudar a sua vida!